Você vai, quem sabe para não voltar
Quem sabe para não me amar
Você nem olha para trás,
Vai ver já sabe o que fica em suas costas
Ou pode ser, que não lhe importa
Se voltar, bom já posso imaginar
A ousadia não me permite te buscar
Nem em sonhos, nem onde possa estar.
segunda-feira, 25 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
Roda vida, roda tempo
O tempo é uma variável infinita, mas as possibilidades, finita. Quando acaba, voltamos ao começo e recomeço de historias. Revivemos com uma mascara de semi novo, nossa velha historia que já não se cansa de rodar e com tantas invariáveis, nos tornamos o de sempre.
Roda, rodopia, quase foge, volta e se torna mais velho que o próprio tempo que engole pouco a pouco, tudo que temos. Girou e parou no mesmo lugar.
Seguir, coração, seguir!
Eu entendo você.
Porque procurar alguém para lhe tirar o sono,
alguém que lhe perturbe as ideias, porque?
Não adianta reler, reviver, relembrar,
são rés demais, e não dar para prosseguir.
Seguir em frente, caminhar, progredir
obrigatoriamente temos que realizar,
Modo de colocar um pé a frente a outro,
esquecer, e principalmente, acreditar em novos.
Novos planos, novo cabelo, novas roupas,
nova maquiagem, novo andar.
E se der, um novo amor, com mais intensidade,
para que o velho seja desconsiderado, e novamente,
nessa roda da vida, voltarmos a procurar perdermos o chão.
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